Você ainda participa de “Workshops Milagrosos” de Team Building?

Sabe aquela velha mania de pagar a academia e aparecer uma vez ou outra por lá? Inicialmente, uma sensação boa de, pelo menos, ter iniciado o movimento... Mas, à medida que o tempo passa, sem ritmo e sustentação, com o débito da mensalidade caindo no cartão, a culpa, inicialmente nem percebida, só vai aumentando...

É incrível, quando se trata do desenvolvimento de equipes e pessoas, como este mesmo padrão de comportamento se repete nas organizações.

Há 10 anos facilito processos de construção de equipes. E até hoje há empresas que me contratam para os famosos “Workshops Milagrosos” – algo um tanto surreal, diante das atuais demandas das organizações. Querem deixar para os colaboradores aquela antiga imagem da equipe passando um dia delicioso, rico em reflexões, de conexões reestabelecidas... E, assim, contratam palestras, workshops ou outras atividades que mais parecem antitérmicos, destinados a reduzir a tensão e renovar o clima, do que efetivas ações de desenvolvimento de colaboradores e equipes.

Mas, em poucas semanas, a energia vai se esvaindo e, por falta de sustentação, aquele trabalho que foi um ótimo kick off cai, simplesmente, no esquecimento. Ou, pior, tem o efeito contrário: vira motivo de piada.

Como digo sempre, as empresas precisam buscar “Processos de Desenvolvimento” e não “Workshops Milagrosos”. Nos últimos anos, tenho tido a felicidade de criar um relacionamento estreito e de confiança com alguns dos meus clientes e, juntos, conquistamos ótimos cases de sucesso, baseados na sustentação de um processo contínuo de desenvolvimento.

E na sua empresa? Ainda há muitos “Workshops Milagrosos? Você já percebeu que eles funcionam como espasmos de desenvolvimento?

Acredito tanto em continuidade que, nos últimos meses, tenho me reunido com as lideranças dos meus principais clientes para uma mudança drástica no modelo de negócios que opero. Um modelo mais baseado em um trabalho contínuo do que em intervenções pontuais, desenhado em parceira.

Ficou curioso?

Escreva para mim e marcaremos um papo para eu te contar mais detalhes.

Grande abraço, 

Eduardo Seidenthal

Eduardo Seidenthal